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R$ 148,00Preço promocional R$ 0,00 no PIX R$ 148,00 As miçangas são uma das matérias-primas mais apreciadas e significativas entre os povos indígenas no Brasil. Presentes desde os primeiros contatos da colonização, elas foram usadas com criatividade e ressignificadas em cada território, tornando-se parte essencial da arte, do vestir e dos rituais. Carregam histórias, símbolos e pertencimento, sendo utilizadas em colares, pulseiras, brincos e grafismos que expressam identidade de cada povo Pulseiras Kamayurá, disponível na Plataforma Tucum As miçangas têm uma longa trajetória histórica. Surgiram por volta de 2340 a.C. no Oriente, com destaque para o Egito, onde tiveram... /Gerlaine Araujo Nas margens do rio Tapajós, as mulheres da comunidade amazônica Jamaraquá produzem diversas biojoias a partir da coleta de sementes como morototó, inajá, saboneteira e muitas outras espécies. Mas não são apenas as sementes que dão vida às biojoias: o látex da seringueira também entra em cena, sendo trabalhado artesanalmente para criar colares e pulseiras disponíveis na Tucum Artesãs de Jamaraquá | Foto: Simone Giovine O látex é vital para comunidades extrativistas e indígenas, pois gera renda, valoriza saberes tradicionais e permite o uso sustentável da floresta sem destruí-la. Após... /Gerlaine Araujo Os Rikbaktsá, conhecidos também como Canoeiros, habitam o noroeste do Mato Grosso, nas margens dos rios Juruena e Aripuanã. O uso e a produção das biojoias por esse povo estão intrinsecamente ligados às suas práticas ancestrais, que combinam habilidades artesanais com o respeito à floresta. As biojoias são feitas a partir de sementes, coco, tiririca, mulungu e principalmente com o tucum, encontrados na mata. O processo começa com a coleta dessas sementes, e após, as sementes passam por um processo de limpeza e secagem. O próximo passo envolve a perfuração... /Gerlaine Araujo As biojoias Suruí trazem valor e sofisticação em cada detalhe. Nascidas na Amazônia, carregam a força da floresta e do território, transformando sementes e fibras coletadas ao redor da aldeia em pulseiras, colares e brincos feitos à mão pelas mulheres Paiter, no tempo da floresta e do saber ancestral. E todas essas joias da floresta você encontra agora na Plataforma Tucum No Centro Olawatawah, essas mulheres fortalecem sua autonomia por meio da criação, passando por etapas cuidadosas de seleção, limpeza, secagem e preparo das sementes e fibras. Cada peça carrega... /Gerlaine Araujo Jamaraquá é uma comunidade amazônica localizada ao norte da Floresta Nacional do Tapajós (FLONA), uma Unidade de Conservação, no estado do Pará, onde acontece o encontro do rio Tapajós e a Floresta Amazônica. É uma das mais de vinte comunidades tradicionais dentro da reserva criada em 1974, onde somente depois de 20 anos de resistência dos moradores, conquistaram o direito de permanecer ali. (Foto: Simone Giovine) Neste cenário paradisíaco e rico em recursos naturais e culturais às margens da imensidão do rio, 24 famílias vivem de acordo com o ritmo das... /TUCUM BRASIL
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