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R$ 288,00Preço promocional R$ 0,00 no PIX R$ 288,00 As miçangas são uma das matérias-primas mais apreciadas e significativas entre os povos indígenas no Brasil. Presentes desde os primeiros contatos da colonização, elas foram usadas com criatividade e ressignificadas em cada território, tornando-se parte essencial da arte, do vestir e dos rituais. Carregam histórias, símbolos e pertencimento, sendo utilizadas em colares, pulseiras, brincos e grafismos que expressam identidade de cada povo Pulseiras Kamayurá, disponível na Plataforma Tucum As miçangas têm uma longa trajetória histórica. Surgiram por volta de 2340 a.C. no Oriente, com destaque para o Egito, onde tiveram... /Gerlaine Araujo Espaço dedicado às cestarias de etnias como Waimiri Atroari, Tukano e Yanomami. Foto: Alberto César de Souza Araújo/ISA A Galeria Amazônica nasceu em 2008 de uma parceria entre a Associação Comunidade Waimiri-Atroari (ACWA) e o Instituto Socioambiental (ISA) como um espaço de exposição da diversidade socioambiental amazônica.Localizada em Manaus, a Galeria Amazônica mistura loja e galeria de arte em uma organização sem fins lucrativos. Em meio a um enorme acervo de povos como os Tikuna, Tukano, Parakanã, Waimiri Atroari, Yanomami, Baniwa, Saterê Mawé, Ye’kwana, Yawalapti, entre outras comunidades tradicionais amazônicas,... /Tucum Brasil Nas margens do rio Tapajós, as mulheres da comunidade amazônica Jamaraquá produzem diversas biojoias a partir da coleta de sementes como morototó, inajá, saboneteira e muitas outras espécies. Mas não são apenas as sementes que dão vida às biojoias: o látex da seringueira também entra em cena, sendo trabalhado artesanalmente para criar colares e pulseiras disponíveis na Tucum Artesãs de Jamaraquá | Foto: Simone Giovine O látex é vital para comunidades extrativistas e indígenas, pois gera renda, valoriza saberes tradicionais e permite o uso sustentável da floresta sem destruí-la. Após... /Gerlaine Araujo Os Rikbaktsá, conhecidos também como Canoeiros, habitam o noroeste do Mato Grosso, nas margens dos rios Juruena e Aripuanã. O uso e a produção das biojoias por esse povo estão intrinsecamente ligados às suas práticas ancestrais, que combinam habilidades artesanais com o respeito à floresta. As biojoias são feitas a partir de sementes, coco, tiririca, mulungu e principalmente com o tucum, encontrados na mata. O processo começa com a coleta dessas sementes, e após, as sementes passam por um processo de limpeza e secagem. O próximo passo envolve a perfuração... /Gerlaine Araujo As biojoias Suruí trazem valor e sofisticação em cada detalhe. Nascidas na Amazônia, carregam a força da floresta e do território, transformando sementes e fibras coletadas ao redor da aldeia em pulseiras, colares e brincos feitos à mão pelas mulheres Paiter, no tempo da floresta e do saber ancestral. E todas essas joias da floresta você encontra agora na Plataforma Tucum No Centro Olawatawah, essas mulheres fortalecem sua autonomia por meio da criação, passando por etapas cuidadosas de seleção, limpeza, secagem e preparo das sementes e fibras. Cada peça carrega... /Gerlaine Araujo Jamaraquá é uma comunidade amazônica localizada ao norte da Floresta Nacional do Tapajós (FLONA), uma Unidade de Conservação, no estado do Pará, onde acontece o encontro do rio Tapajós e a Floresta Amazônica. É uma das mais de vinte comunidades tradicionais dentro da reserva criada em 1974, onde somente depois de 20 anos de resistência dos moradores, conquistaram o direito de permanecer ali. (Foto: Simone Giovine) Neste cenário paradisíaco e rico em recursos naturais e culturais às margens da imensidão do rio, 24 famílias vivem de acordo com o ritmo das... /TUCUM BRASIL Por Amanda Santana As mulheres indígenas desempenham um papel essencial na sustentação da vida no planeta. Através de seus conhecimentos ancestrais, da transmissão de suas línguas e da defesa permanente de seus territórios, elas atuam na linha de frente diante das crises ambientais que ameaçam o equilíbrio da Terra e o futuro da humanidade. Conscientes de que o futuro se constrói no presente, as mulheres indígenas do Brasil têm se articulado e ocupado espaços para além de suas aldeias. Com coragem e determinação, mostram ao mundo que o lugar da... /TUCUM BRASIL Bahia registra 4° maior índice de assassinatos de indígenas em 2024 Foto: Verônica Holanda/Divulgação A Bahia registrou, em 2024, o quarto maior número de assassinatos de pessoas indígenas no Brasil, com 23 vítimas, segundo o relatório Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil, do Cimi. No total, foram 211 mortes no país, o que representa um aumento de 201% em comparação a 2014, quando houve 70 assassinatos. Roraima, Amazonas e Mato Grosso do Sul lideraram o ranking de estados com mais casos. A maioria das vítimas eram homens (159), e... /Gerlaine Araujo
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